MBCB | Mobilidade de Baixo Carbono para o Brasil

Para o MBCB, o futuro da descarbonização da mobilidade passa por definição das rotas tecnológicas mais adequadas, levando em consideração a realidade e características de cada país. Nesse sentido, as decisões que vêm sendo tomadas pelo Governo Brasileiro refletem exatamente isso. 

Na natureza, o lixo é considerado um erro de design. Assim, um dos principais caminhos da descarbonização é dar ênfase à economia circular, utilizando resíduos de certos processos como meios de retornar ao início, reduzindo o consumo de novos insumos. Esse é o caso das emissões de metano, que representam cerca de 20% das emissões de gases de efeito estufa no Brasil. Principalmente localizada no setor agropecuário, as emissões de metano não são diretamente ligadas ao transporte, mas são oportunidade ímpar para também descarbonizar essa aplicação, principalmente os veículos pesados.

À medida que as mudanças climáticas transformam o planeta com impactos significativos socioeconômicos, a necessidade de encontrar soluções possíveis e eficazes de fontes de energia torna-se cada vez mais urgente. No contexto global, o Brasil assumiu compromissos ambiciosos de reduzir suas emissões de gases de efeito estufa (GEE) em 48% até 2025 e em 53% até 2030, em comparação com os níveis de 2005. O objetivo de longo prazo é a neutralidade – emissão líquida zero – até 2050.  

O Ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, se reuniu nesta semana com executivos de empresas que fazem parte do Acordo de Cooperação Mobilidade de Baixo Carbono para o Brasil (MBCB) para conhecer o estudo ‘Trajetórias Tecnológicas mais Eficientes para a Descarbonização da Mobilidade’. O levantamento identifica o enorme potencial do país para liderar globalmente o processo de transição energética com seus reflexos na mobilidade, assegurando a geração de emprego e renda. O documento foi encomendado pelo MBCB e elaborado pela LCA Consultores e MTempo Capital.

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